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A NET tornou-se definitivamente na grande encruzilhada do conhecimento.
Talvez um dia outros sentidos venham a ser estimulados neste grande escaparate, como o cheiro, o sabor ou o tacto.
Por ora, está posto diante de nós um imenso banquete áudio-visual, ao qual todos são convidados e se podem sentar e servir-se, muitas vezes sem pagar senão o que custa o acesso (cada vez mais em conta), outras vezes pagando a conta do menu, outras ainda encomendando “à-la-carte”.
Porém, o grande ditado latino “quod abundat non nocet” (o que é demais não prejudica) parece cada vez aplicar-se menos a esta torneira que foi debitando Kapas, depois megas, depois gigas, agora teras, em breve petas (sem ponta de ironia) e mais tarde outros padrões, à semelhança do próprio universo, que não pára de se revelar cada vez mais infinito. Mesmo que, em paralelo, as tecnologias de comunicação tenham evoluído do mili para o micro, para o nano e venha aí o pico e outras tabelas de redução infinitesimal de armazenamento e dispensa do conhecimento.
De facto, estas noções quase metafísicas catapultam-nos para um universo sem dimensão aparente, e obrigam-nos a procurar amarras que nos reconciliem com os chãos fundamentos da natureza humana-semi-divina que nos habita, sem exclusão de toda a realidade que nos rodeia, e se congrega na harmonia de um universo síncrono que resulta afinal numa simplicidade desconcertante.
Estas coordenadas tão bipolares, na sua grandeza singela, conduzem-nos à procura da sabedoria que nos levará (ou não) à capacidade criativa e ao mesmo tempo fruidora das belezas insondáveis da vida.
Conhecer é o supremo prazer e o mais sublime do ser humano, aproxima os seres uns dos outros, potencia a estima mútua entre eles, e tende a reuni-los à volta de valores comuns, úteis e necessários ao objectivo que persegue o universo. Será isso o paraíso que buscamos?
Enquanto não conseguirmos fazer reinar a harmonia universal, podemos ainda assim procurar (e a NET é uma poderosa rede para se trepar até lá) destrinçar no emaranhado de dados que nos são prodigalizados aqueles que nos permitem encontrar um sentido à vida e fazer as nossas melhores escolhas.
Sem dúvida que um dos módulos mais atractivos de buscar na NET um sentido para o nosso viver é ocupado pela actividade que se convencionou designar de TURISMO, uma indústria de paz e aproximação por excelência, que traça rotas de conhecimento do Homem pelo Homem, no seu passado, no seu presente, nas suas diferenças e nos seus traços de união, e procura, para lá do conhecimento humano, abrir as portas dos mistérios de toda a natureza, pois não escapam ao conceito de produto turístico as vertentes lúdicas, culturais e espirituais que elevam os paradigmas de sociabilidade, de integração ambiental e logo de sustentabilidade essencial do universo.
Sem prejuízo dos objectivos comerciais que a empresa SOLFÉRIAS legitimamente persegue, o grupo de trabalho que a integra e lhe dá alma alimenta a sua motivação no fluxo amniótico dessa vida rica e multiplicadora que gera e faz crescer a vida até ao eterno.
Testadas e fortalecidas por anteriores apostas destemidas, resilientes e com um grau de eficácia reconhecido, as pessoas que aqui estão a dar ser a este projecto, numa tentativa ao mesmo tempo modesta e ambiciosa, transportam sementes de garantia acrescida de sucesso na missão de servir bem, que é a da SOLFÉRIAS, no desígnio de proporcionar, a quem venha aqui servir-se, experiências inolvidáveis.
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